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  • Dica de Filme-Barro Duro 2013

    Dica de Filme-Barro Duro 2013

    [vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=”appear”]Sinopse:

    Realizado num bairro afastado e periférico da cidade de Pelotas-RS, o Barro Duro. Bairro criado por negros que não podiam frequentar o mesmo espaço que os brancos e que ali se instalaram para criar suas próprias raízes, lendas e religiões.

    – Mostra Ambiental no 11º Festival Latinoamericano de Cinema Ambiental (FestCine Amazonia);
    – Exibição no V Visualidades 2013


    LENDA DO NIORO

    Contam que nas Terras do Laranjal ocorrera uma triste história…
    Esta história foi contada em uma lenda embasada nas religiões de matriz
    africana e é chamada de “A Lenda do Nioro”, que apresenta uma versão
    alegórica da origem do nome “Barro Duro”…
    Na época próspera para os senhores de fazenda, a escrava Donga e seu
    filho Nioro foram alforriados por Sinhá Dona, quando de sua morte.
    Além da liberdade, Donga recebeu um desvio da herança, feito pelo Padre,
    para que mãe e filho fossem à igreja e servissem de exemplo a outros
    negros que preferiam o batuque aos sinos…
    Enquanto Nioro crescia livre pelos laranjais, sua mãe trabalhava
    arduamente para juntar dinheiro e realizar seu sonho: ver o filho Doutor.
    E assim foi. Nioro aprendeu o que pôde em sua terra e quando não
    houve quem mais lhe ensinasse, o garoto viajou, pegou carreta, navegou
    navio, foi longe…
    Quando Nioro retornou à sua terra estava mais sabido que todos os seus
    mestres e foi recebido com toque de tambor em festa alegre de negro
    contente…
    No entanto, sem alunos nem escola, Nioro desesperou-se, compadecendo
    Donga, que prometeu obrigação ao oráculo africano Ifá. Assim, mãe e filho
    dormiram em meio ao lugar mais privilegiado de natureza daquelas terras;
    mas a confusão de Ifá havia sido cruel, pois, ao despertarem, Nioro fora
    transformado em Mindolé-Miandombé (preto-branco) sem reconhecer sua
    mãe nem seu povo…
    Donga andava pelas Terras do Laranjal em total obsessão. Louca de saudade de
    seu filho, ao ver o local tão lindo, junto à praia em que ele estivera adormecido,
    jogou-se nas águas da lagoa e morreu.
    Contam que os pescadores encontraram o corpo de Donga às margens da
    praia, e que, ao tocá-lo, transformou-se em BARRO DURO, escuro e brilhante,
    espalhando-se pela orla. Gritaram assustados: BARRO DURO, TERRA DE NEGRO.
    Assim batizaram o lugar em que Donga virou barro de tanta saudade de seu
    filho negro-branco.

    Lenda do Nioro – Maria Helena Vargas da Silveira, 1993 – Porto Alegre
    Adaptada por Tiago Kickhöfel.

    Pelotas, 2013.

    O filme encontra-se completo abaixo da ficha técnica, curtam é muito lindo o trabalho.

     

    Ficha técnica:
    
    Ano da produção:2013
    
    Direção:Caio Mazzilli
    
    Pesquisa e roteiro:Daniel Reigada,Sassá Souza e Tiago Kickhöffel
    
    Fotografia:Lucas Mendonça e Caio Mazzilli
    
    Montagem: Lucas Mendonça
    
    Musica de Eduardo Freda e André Almeida.

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”https://vimeo.com/69910373″ title=”Filme Barro Duro “][/vc_column][/vc_row]

  • Getro-A VERDADEIRA HISTÓRIA DE A MALDIÇÃO DOS MORTOS-VIVOS

    Getro-A VERDADEIRA HISTÓRIA DE A MALDIÇÃO DOS MORTOS-VIVOS

    [vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=”appear”]Getro nos traz esta categoria chamada Baseados em Fatos. Obras cinematográficas que imaginamo que sejam obras de ficção mas que tem uma base em realidades.


    Se você achava que o zumbi era uma figura lendária dos filmes, quadrinhos e séries de TV, prepare-se para rever seus conceitos. Dirigido por Wes Craven (A Hora do Pesadelo, Pânico), A Maldição dos Mortos-Vivos, por incrível que possa parecer, é baseado num fato assustador ocorrido no Haiti, onde um homem retornou da “morte”. Duvida? Aperte o play e conheça a incrível história de Clairvius Narcisse!

    Texto de:  Getro Guimarães, Publicitário, blogueiro, youtuber e
    cinéfilo de carteirinha.
    Espera um dia ser clonado para ter tempo de fazer absolutamente
    tudo que tem vontade de fazer.

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”https://youtu.be/JQqgOQYujs0″ title=”Getro-A VERDADEIRA HISTÓRIA DE A MALDIÇÃO DOS MORTOS-VIVOS”][/vc_column][/vc_row]

  • Sete ao Entardecer-Teatro-Dona Frida

    Sete ao Entardecer-Teatro-Dona Frida

    [vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=”top-to-bottom”]Abrindo a I MOSTRA PELOTENSE DE TEATRO INDEPENDENTE  foi nesta Segunda-feira, 26/06, DONA FRIDA  foi apresentada no Mercado Público de Pelotas, dentro do Projeto Sete ao Entardecer.

    ENREDO DA HISTÓRIA: Anos loucos.  Dona Frida é uma senhora viúva, que não sabe o que é tranquilidade desde que sua filha mais velha, a ambiciosa Cora, voltou da capital acompanhada de seu amante e instalou-se em sua casa. É a partir dessa chegada inesperada que a vida de Dona Frida e sua dedicada Abigail viram de cabeça para baixo. Coisas estranhas começam a acontecer com a pobre senhora e não demorará muito para que tenha um triste final.
    Nessa história que mais parece um roteiro de radionovela, nem tudo é o que parece.

    Ficha técnica:
    
    Direção e concepção dramatúrgica: Thalles Echeverry. 
    Elenco: Aline Cotrim, Dâmaris Cogno, Diego Carvalho e Eduarda Bento. 
    Iluminação: Evelin Suchard e Iago Mattos.
    Cenografia e figurinos: Aline Cotrim.
    Produção: VOCÊ SABE QUEM Cia de Teatro. 
    Realização: Secretaria de Cultura de Pelotas/SETE AO ENTARDECER.

     

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_images_carousel images=”16708,16707,16706,16705,16699,16697,16704,16698,16695,16694,16689,16692,16700,16702,16703,16683,16674,16676,16678,16690,16684,16687,16693″ img_size=”800×600″ autoplay=”yes” hide_pagination_control=”yes” title=”Dona Frida”][/vc_column][/vc_row]

  • Pelotas Tatuada

    Pelotas Tatuada

    [vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=”appear”]Local: Rua General Telles n 555[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_gallery type=”nivo” interval=”3″ images=”16669,16663,16662,16660,16665,16664,16667,16666,16661″ img_size=”800×600″ title=”Pelotas Tatuada”][/vc_column][/vc_row]

  • Dica de Filme-O Rato

    Dica de Filme-O Rato

    [vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=”appear”]Uma produção originalmente pelotense, realizado por alunos de cinema UFPEL.  Dois grande atores presentes nesta produção Dagma Colomby e Teci Jr Pereira.

    Sinopse:
    Dagma é uma dona de casa, casada e cansada de sua vida e de Teci. Certo dia, ela se depara com um suposto rato em sua cozinha, que a atormente e acaba se envolvendo em um acidente inesperado com seu marido.

    O filme encontra-se completo no link abaixo da ficha técnica.

    Ficha técnica:
    
    Produção - 2015
    Direção  - Jardel Vacheliski e Jefrey  Vacheliski
    Gênero   - Curta metragem
    Finalização - Lucas Mendonça
    Idealização - Daniel Reigada

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”https://youtu.be/cVAvyolbioE” title=”O Rato”][/vc_column][/vc_row]

  • Getro-Os Filmes Mais Perturbadores do Planeta # Raw

    Getro-Os Filmes Mais Perturbadores do Planeta # Raw

    [vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=”left-to-right”]

    Categoria de filmes perturbadores, que não devem ser visto por pessoas muito sensíveis ou com estomago fraco, este filme não passara nos cinemas nacionais.

    RAW oferece uma crueza desconfortável – como o título em inglês sugere – mas não justifica todo o hype que recebeu na internet por conta do fuzuê no Festival Internacional de Toronto em 2016.

    Embora trate o tema – canibalismo – de forma séria, envolto em muitas metáforas e simbolismos, a obra não descarta a violência gráfica. O gore está presente, mas não é explorado de forma banal como nos torture porns.

    Ainda assim uma experiência desconfortável e perturbadora que, certamente, vai embrulhar o estômago dos mais sensíveis.

    Texto #  Getro Guimarães Publicitário, blogueiro, youtuber e cinéfilo de carteirinha. Espera um dia ser clonado para ter tempo de fazer absolutamente tudo que tem vontade de fazer.

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”https://youtu.be/ej5DNGQFhq4″ title=”Getro-Filmes Pertubadores – RAW”][/vc_column][/vc_row]

  • A BREVE ILUSÃO DA ETERNIDADE-Edu Caboclo Damatta

    A BREVE ILUSÃO DA ETERNIDADE-Edu Caboclo Damatta

    [vc_row][vc_column][vc_column_text css_animation=”appear”]

    A BREVE ILUSÃO DA ETERNIDADE

    -Break on trought to the other side!

    Me diz uma criatura quase humana, de chapéu e capa preta e como a maioria dos peixinhos de aquário, capturados pela rede.  Tiramos uma “self” no espelho sem aço daquela penteadeira que era da vó Maria e ainda me reconheci desconhecido, apesar dos milênios que parecem que vivi aqui neste planeta, nesta dimensão, nesta galáxia…

    Por livre arbítrio do destino nunca pude ter uma vida comum, apostei em existir num universo paralelo que inventei desde guri, quando percebi que um dia teria que morrer, abandonar esta máquina de carne, osso, nervos, tendões, cartilagens e outras peças deste robô biológico identificado em mim e nos demais seres vivos…

    Quem será que nos projetou? Assim como este arquiteto do universo, a gente também cria máquinas com a finalidade de sobreviver e burlar as leis da natureza… A partir da roda saímos das cavernas naturais  para cavernas de tijolo e cimento.  Substituímos os braços e as pernas quando da revolução industrial, o primeiro motor a vapor e agora estamos substituindo o cérebro com a criação da inteligência artificial. Será que as máquinas terão o poder do livre arbítrio assim como nós ANIMAIS HUMANOS, quando a serpente convenceu Eva a convencer Adão de provar aquele fruto proibido lá no “Jardim do Éden”?…Serei eterno porque sou hum anônimo escondido num buraco de tatú, acuado pela covardia dos  seres humanos.

    Procuro uma luz no fim do túnel, mas vou pela sombra por causa dos raios ultra-violeta, raios gama e outras formas de energia que atravessam a camada de ozônio. Sem eira nem beira como a maioria das casas da vila aí de Arroio Grande, vou sem colírio (mas de óculos escuros), sou a testemunha do caos, com olhos de raio x  e o mundo ao meu redor mostra suas entranhas onde corre sangue, petróleo e outros fluídos orgânicos que fazem oscilar a bolsa de valores e que são as tintas que pintam esta paisagem artificial emoldurada em “fool hd” na tela de quartzo líquido daquele “smart fone”, de alguém que atravessa a rua sem olhar para o “outro lado” , e nem desconfia que a morte está conectada  na contra mão do destino e que o internauta vai deixar esta existência ao som de sertanejo universitário…Atropelado! Por um caminhão carregado, de carvão proveniente do desmatamento e que será queimado em algum churrasco no jardim da casa branca de Donald Trump.

    Seria esta a trilha sonora perfeita do apocalipse?…”O surreal”!!! Esta é a moeda que vale no meu universo paralelo, que pode comprar um entardecer e um amanhecer, um banho de mar, de arroio, de sanga, uma noite de lua cheia, ou mesmo quando não tem lua e me sinto observado por todas as estrelas do cosmos, as mesmas que conheço desde antes de nascer, quando perdi minhas asas e caí aqui neste planeta tão bonito que está sendo destruído pela raça humana, embriagada pelo seu ego barato e a tecnologia na mão dos ignorantes se torna uma arma de destruição em massa…

    Reza a lenda, de que minha vó Maria conversava com Lúcifer…o anjo caído,  que  aparecia  naquele espelho sem aço da penteadeira que ficou de herança pra minha mãe.

    Atravessei pro outro lado e descobri que o presente é o passado do futuro, dias atrás, naqueles loucos e belos anos setenta, quando o som estéreo substituiu o mono e o plástico substituiu a madeira e a moto serra substituiu o machado e com isso as florestas começaram a ser exterminadas numa velocidade cada vez maior…

    Ao terminar de ler esta coluna, mais de um milhão de árvores terão sido derrubadas…pergunte ao Google, mas acho que ele tb não sabe…ou não quer s@ber!!

    Edu Caboclo Damatta

    [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]