[vc_row][vc_column][vc_column_text]Essa “colagem de cenas”, a partir de trechos do romance “Hortênsias de Agosto”, de Joice Lima, foi feita como uma brincadeira/desafio, já que não podíamos nos “aglomerar”. Cada um gravou alguns trechos, o Luís Fabiano (Fio da Navalha) fez o milagre de juntar tudo e tentar dar uma forma para as nossas tentativas e aqui está o resultado: “Recortes de… Hortênsias de Agosto (em tempos de quarentena)”. Esperamos que se divirtam![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”https://youtu.be/UFMx3a1qolY” title=”Recortes de… Hortênsias de Agosto”][/vc_column][/vc_row]
Blog
-

Pelotas por aí – Acenda a Luz !
[vc_row][vc_column][vc_message]Acenda a Luz![/vc_message][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”20025″ img_size=”1280×720″ title=”Pelotas por aí – Acenda a Luz !”][/vc_column][/vc_row]
-

Primeira Exposição de Músicos em Pelotas – Paulinho Martins
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Primeira Exposição de Músicos em Pelotas – Paulinho Martins
Foto – Luis Gonçalves
Neste mês vamos ir postando um pouco da nossa Primeira Exposição de Músicos em Pelotas.
A Exposição aconteceu em 2016 em três locais da cidade: Museu do Doce, CDD do Dunas e a Guabiroba.
Vamos ir postando um a um destes Músicos que participaram de nossa Primeira Exposição.
Paulo Roberto Duarte Martins – Paulinho Martins
Nascido em Pelotas, RS, desde cedo iniciou o contato com a música e de maneira autodidata dedicou-se ao cavaquinho e posteriormente ao bandolim.
Em 1978 participou do seu primeiro grupo de choro, Regional Roupa Velha, que, no seu tempo curto de existência (três anos), conseguiu desenvolver um trabalho de divulgação do choro através de apresentações em teatros na cidade e por todo o estado, através da Secretaria de Cultura do Estado.
Fez parte, ainda em Pelotas, do grupo Perdidos e Achados por 11 anos.
A partir de sua saída de Pelotas, em 1999, desenvolveu um trabalho autoral que hoje já chega a cem composições. No seu retorno à Pelotas, ainda em 2011, iniciou o processo de arranjos e gravações de algumas composições, que fazem parte do seu primeiro disco a ser lançado nesse ano.
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”20022″ img_size=”1280×720″ title=”Paulinho Martins”][/vc_column][/vc_row]
-

Dica de Filme | Bixa Travesty
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Dica de Filme – Bixa Travesty
O corpo político da cantora transexual negra Linn da Quebrada é a força motriz desse documentário que a captura em sua esfera pública e privada, ambas marcadas não só por sua presença de palco acachapante mas também por sua incessante luta pela desconstrução de estereótipos de gênero, classe e raça.
filme indicado para maiores de 18 anos.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”https://youtu.be/egIqHTajnuQ” title=”Bixa Travesty (2019) | Trailer HD”][/vc_column][/vc_row]
-

Fotos “Denticasa” – Chove chuva !
[vc_row][vc_column][vc_single_image image=”20014″ img_size=”1280 x 720″ title=”Fotos “Denticasa“ – Chove chuva !”][/vc_column][/vc_row]
-

Fio da Navalha PlayMusic – Egbert Parada
[vc_row][vc_column][vc_column_text]
Sexta feira pra fechar a semana em grande estilo, musica boa, pelas mãos to musico talentoso Egbert Parada.
Musica Pérolas de autoria de Jacob do Bandolim .Egbert Parada interpretando a musica de Jacob do Bandolim – Pérolas Trecho extraído da entrevista que Parada concedeu ao Fio da Navalha Arte &…[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_video link=”https://vimeo.com/135144313″ title=”Fio da Navalha PlayMusic – Egbert Parada”][/vc_column][/vc_row]
-

Fio da Literatura – Pedro Juan Gutierrez
[vc_row][vc_column][vc_column_text]” Dei umas voltas na cidade para me localizar um pouco. Havia menos policiais do que em Havana. Sempre foi assim. Nas capitais, ajustam melhor o mecanismo
Nas cidade grandes o povo é muito inquieto.Já de noite fui para casa de uns amigos. Os únicos que tinha ali. Hayda e Jorge Luís. Ela e eu tínhamos um romance erótico, longo e intermitente, fazia quase vinte anos. E evidentemente já éramos além disso, bons amigos. Agora ela estava casada com Jorge Luis havia quatro anos.
Fazia vários meses que eu não via Hayda. Na última vez que conversamos ela já estava em crise com aquele homem. Não poderiam ter filhos. Ele vivia louco de amor e possessão ( dois conceitos que no tropico se confundem com muita frequência, o que da origem a boleros e crimes passionais). E tinha ciúmes dela como um louco.
“Ele não me deixa viver”, me disse ela. Por aqueles dias ele a surpreendeu num parque conversando com um sujeito que passou braço sobre seus ombros e lhe deu uns apertões.Jorge Luis foi pra casa, pegou uma faca e ameaçou ao logo de toda a rua, gritando como um possesso. Quando chegaram em casa ela pegou outra faca, enfrentou-o, gritou com ele também e assim conseguiu controla-lo. Tudo terminou na cama, porque o sujeito se excitou quando ela tirou a faca da mão dele e o esbofeteou para acabar com seu ataque de histeria.
A partir daquele momento ela dominou a situação e passou a fazer o que ela tinha vontade, sem interferências”.
Pedro Juan Gutierrez.
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
